As eleições do ano que vemsábado, 1 de outubro de 2011
Decoro por decoro nem de cor quero quórum!
Foto: Mariana Ricci - Folha da Manhã - aquiFazer política é algo um tanto quanto fascinante.
Fazer política em uma cidade como Campos dos Goitacazes é
INACREDITÁVEL.
Vergonhosa a atitude de vereadores — tanto oposição, quanto situação — ao se engalfinharem em um embate patético.
Covardia! Sim, ato de covardia, não com a excelentíssima prefeita nem com o nobre deputado.
Covardia com os outros tantos que não os 35 mil servidores que, por necessidade, “OPTARAM” por fazer a vigília junto à prefeita na sede do governo.
Pedir liminar, dizer que não sai, dizer que está sendo perseguido, tudo faz parte do jogo político.
Agora, sair no tapa, isso é coisa de moleque do tempo do “cabelinho de um, cabelinho do outro”.
Fico imaginando 25 cadeiras... Vão terminar transformando a Câmara em MMA (evento de lutas marciais).
Concordo com sua excelência Dona Prefeita Rosângela Rosinha: bonito é ganhar no voto.
Não no voto comprado a R$50, não no voto trocado por emprego de salários de miséria.
No VOTO, conquistado no verbo, nas propostas, nos ideais, na justiça social.
Infelizmente isso é o que chamamos de “Utopia”. É bom, mas não existe.
Campos é seu, Campos é de todos nós.
Enquanto o povo maltrapilho e os miseráveis dessa rica cidade trocarem voto pelo prato de comida, Campos será deles, dos que usam roupa de grife, comem em bons restaurantes, viajam para o exterior.
Sou e serei um eterno sonhador e por isso pergunto: “Dona Maria, do Parque Lebret,
quantas vezes a senhora comeu em um restaurante em Campos, ali do fim da Pelinca?”
“Seu Antônio, lá de Baixa Grande, esse aí, casado com Dona Délia. Quantas vezes vocês foram ao Rio de Janeiro e foram ao cinema lá no Barra Shopping?”
Não seria possível levar toda Campos para um café no Chicos, na Lagoa...
Possível é dar um pouco de dignidade humana a cada cidadão dessa cidade.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A arte imitando a ficção ou vice-versa.

Em uma relação matemática moderna, Campos está para Brogodó assim como Seráfia estava para o Cordel - da trama novelística recém-apresentada pela TV brasileira.
Nossa Cidade, Nosso Amor virou-se de ponta-a- cabeça e abriu as pernas a mais um escândalo nacional.
Comparações aritméticas à parte, nossas correlações são menos animadoras, pois na trama da Globo houve um fim. E a nossa, quando terminará?
Nosso Timotinho garotinho, nossa Duquesa Úrsula rosinha, tem um vice Patácio oliveira.
Não podemos nos esquecer de nossos Zóios Furados, aqueles que se transvestem da couraça de machos alfas e nada são além de ômegas oportunistas que adotam o discurso antigo que diz “ Em política, o que muda são as opiniões, desde que venham a favorecer ao povo sofrido de nossa cidade...” e através disso, mudam o canti de acordo com a verba liberada ou afago sempre regado a migalhas de cifrões ínfimos a quem os paga e nababescos a quem os recebe.
Essa terra onde já se produziu mulheres que invadiam assembleias a cavalo e homens que com o verbo e a pena libertaram seus semelhantes escravizados.
Terra onde um coronel e um lobisomem relatam estória de amor, onde em curva de rio um jacaré de papo amarelo defende um sino de ouro (nosso tesouro de Seráfia?).
Aqui se teve a primeira luz elétrica, em Brogodó teve o cinema.
O que falta ainda nesse enredo: um Jesuíno de coração nobre, uma Açucena ou Aurora com nobreza de alma e um rei que com as mãos limpas (venha de lugar distante e nos mostre o caminho correto a seguir).
Eu, um reles cidadão emprestado de outra cidade, me dou o direito de escolher também um papel: Miguezim, profeta apocalíptico, pois não é difícil prever o fim dessa trágica comédia regada a chuviscos de coliformes fecais que recaem mais uma vez sobre os campistas.
“O rei das sombras está combalido, não morto, mas no início de seu fim insano”.
— Mudem agora! Ou ele vai colocar fogo nessa vila de miseráveis que só tem a cruz. E aí, nem campos de cana verdes e petróleo teremos mais.
“ Aloisio Di Donato”
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Deu MERDA na politica de Campos-RJ
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Casa da Mãe Jurema.
As questões politicas na cidade onde tudo era rosa deixaram de ser da competência da mãe Joana e foram assumidas pela mãe Jurema.
Mãe Joana alega que, por mais que tudo o que é errado - ou sinônimo de bagunça ou merdas - em demasia seja dirigida a sua casa, em Campos, essas questões extrapolam a sua competência.
A suposta Frente Fria Democrática é de certa forma o maior exemplo de consenso do que podemos supor seja o símbolo da insensatez política.
Os políticos envolvidos nesse imbróglio causam a maior confusão na cabeça da pobre senhora, acostumada as maiores zonas da vida.
Ao ser questionada sobre uma possível reconsideração, Mãe Joana foi incisiva:
“Não, de forma nenhuma, um lugar onde todos são o rei, não teria lugar pra uma mulher fina e elegante como eu. Eu estou acostumada a baixaria, mas isso fugiu e muito da minha capacidade de gerência”, finalizou.
Sendo assim, Mãe Jurema foi designada para o caso.
Mãe Jurema tem a formação em terreiros de macumba, vasta experiência em desafios complicados. “Sou doutorada em trazer amor perdido em três dias, consigo trabalho com carteira assinada, tenho experiência em desfazer trabalho de cachoeira, fecho o corpo e acredito que com muita reza, consiga achar um ponto de equilíbrio nesse mafuá”, disse Mãe Jurema.
De fato, a população ‘rosiclér’ ( como diria Fernando da Silveira) está precisando de apoio juntamente com todos os 200 candidatos a prefeito que a FRENTE - que atrás tem gente - pretende lançar ao pleito de 2012.
Uma bola de cristal estaria vindo da Romênia especialmente para ser vista pela nova mãe da Zona. Nessa bola, Mãe Jurema estaria tentando ver em quem Cabral vai apostar sua fichas, pois se ele der ajuda pra todos os candidatos que se dizem ser seu escolhido, haja improbidade administrativa para ele responder!
O que sei é que Joca Muylaert está às gargalhadas lá na toca com os amigos.
“Nunca imaginei que uma ideia minha fosse gerar tamanha discordância. Isso mostra o quanto estamos prontos para continuar o ‘mudanismo’ geral da capacidade humana no refazer seu processo de descontinuismo político popular”, frisou o filósofo Joca.
Bom só nos resta desejar à nova mãe:
Sorte e muito axé!
Saravá!
Amor de JustÇa!!
domingo, 11 de setembro de 2011
Estréia na rede Blog
Pois é.



